Queridos
e caros leitores,
Vocês
devem ter recebido a devastadora notícia, há 8 meses atrás, de que a senhorita
e jovem E. terminou seu namoro ou ‘noivado de mentira’ com o jovem Caim.
Lamentavelmente, de uma forma muito drástica e deveras estarrecedora, pois esse
jovem crápula, enganador de moças de família, hipócrita e autodeclarado como
espírita, mas muito contraditório de sua parte fazendo as coisas serem distorcidas
e fazendo com que a jovem senhorita saia de “louca” na história, sendo que quem
distorce a imagem das jovens senhoritas, se sente superior (mesmo sendo do
tamanho de um grão de trigo moído) e acima dos outros, se vitimizando, é ele.
Felizmente,
a jovem E. deu uma grande rasteira e surpresa negativa no jovem trapaceiro,
quando resolveu encerrar o relacionamento, percebendo que ele só queria tirar
vantagens financeiras de sua família, de olho na herança e reserva financeira
da jovem E. e também, na insistente tentativa de seduzir os pais da jovem a
acreditarem que por ser emotiva, era ela o problema, e não o narcísico jovem
trapaceiro.
Para
além disso, foi um percurso muito doloroso até chegar aqui... por isso, permitam-me
retornar ao começo da história inspirada no fabuloso filme da Disney “A dama e
o vagabundo”, porque a jovem lady pertence a uma classe social muito acima do
esperado e dele, porém, o papel que ele ocupa lhe pertence por ser o que lhe
cabe.
Ambos,
se encontraram por um acaso em um aplicativo de relacionamentos, em que se
encontraram em um lugar que vendia doces e tortas. Conversaram, e a jovem senhorita
se deixou convencer pelo apresentável jovem que estava em sua frente, bancando o
sedutor, batalhador e trabalhador. Percebeu que o que mais lhe chamara atenção
fora sua desenvoltura no vocabulário já que ele não parecia ter acesso a essas coisas,
mas seu lado sedutor, surpreendeu-na, com as músicas que gostavam, os tipos de diversão,
o jeito de se portarem em sociedade, de começo, foi muito hipnotizante para o
casal conseguir se unir.
Concebendo a união de ambos, foram longos meses de paz, harmonia, doçura e declarações de amor de ambos os lados, fazendo-na ter a convicção várias vezes de que ele era o jovem certo para a sua escolha matrimonial, Aos poucos, ela conheceu a família dele, foi achando que era uma boa coisa se aproximar e que seria querida por todos, até se dar conta de sua querida cunhada, que segundo ela, respeitava muito a jovem E. mas se contradizia em todos os momentos que tomava posse do irmão, e destratava a senhorita E. enquanto que o cunhado que não lhe era muito próximo a tratava bem, de forma neutra mas respeitosa, sem ser frio tampouco ignorante como a irmã.
E. se encantou
pelo rapaz Caim de tal forma, caindo no azar de acreditar que sua querida sogra
também lhe respeitava e estimava, até observar alguns comportamentos que
começaram a incomodar e fazerem-na se sentir deslocada, desorientada e
reprimida naquele lugar, que ela queria se forçar a chamar de lar, por uma
simples questão: toda vez que Caim observava a boa convivência da família da senhorita
E. e da sua relação forte com a mãe dela, ele causava o caos e a colocava contra
seus familiares fazendo-na acreditar que estava solitária e sem apoio.
Ele não
só tentou destruir sua família, mas todas as áreas de sua vida, que citarei nos
próximos capítulos...
Como será
que aconteceu essa história com o andar das carruagens?....
Ass.: Lady Scott
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